Uso dos porquês: porque, porquê, por que, por quê
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Uso dos porquês
Por que, por quê, porque ou porquê? É comum ter essa dúvida na hora de escrever. O uso dos porquês depende do sentido que queremos dar a uma frase. Assim, usamos “por que” com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual”, “por qual razão” e “por qual motivo”.
Já o “por quê”, no sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, leva acento quando ocorre no final de frase e antes de ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação. No entanto, se queremos substituir expressões como “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”, devemos utilizar o “porque”. Só colocamos o acento — ou seja, “porquê” — se pretendemos utilizar um sinônimo de “razão” ou “motivo”.
Quando usar “por que”?
O uso de por que, por quê, porque e porquê depende do sentido que queremos dar à frase.
O uso de por que, por quê, porque e porquê depende do sentido que queremos dar à frase.
Usamos “por que” (separado e sem acento) nos seguintes casos:
→ com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual” ou “pelas quais”
Exemplos:
O motivo por que lutei tanto foi fazer do mundo um lugar melhor para todos.
Os caminhos por que andei eram repletos de rosas e espinhos.
Não admito que a dor por que passei seja banalizada!
A liberdade e a igualdade são coisas por que vale a pena viver e morrer.
→ com o mesmo sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”
Exemplos:
Por que o Sol brilha?
Ninguém sabe por que a menina fugiu de casa.
Disp. em https://brasilescola.uol.com.br/gramatica/por-que.htm. Acesso em 22 /05/21.


